Credencial

Destaques

Conheça os vencedores do concurso “A cara do Festival Sesc de Inverno”

Nossos funcionários enviaram seus depoimentos mostrando porque são A CARA DO FESTIVAL SESC DE INVERNO. Confira as histórias mais votadas e as ilustrações personalizadas que farão parte da divulgação do maior festival multilinguagem do país!

Nesses meus 20 anos trabalhando no Sesc Ramos, eu tive a oportunidade de trabalhar diretamente no Festival, no setor da Nutrição. Fiquei por um mês entre o Sesc Nova Friburgo, Nogueira e Teresópolis, na parte dos lanches dos camarins, funcionários e outros. Foi um dos momentos mais gratificantes. Até hoje, ainda guardo boas lembranças dos meus colegas de trabalho que me acolheram e ajudaram naquele momento. Isso aconteceu há uns 10 anos e, hoje, continuo aqui na minha Unidade Ramos, agora no setor da Recepção.

Em 2022 irei realizar o meu oitavo Festival Sesc de Inverno. Atuo como Produtora do evento desde 2014, só ficando de fora em 2020, quando, devido à pandemia, não realizamos o Festival. Nesses oito anos, o que não faltam são histórias de perrengues, desafios, cansaços, mas também de muita satisfação, alegria e sensação de missão cumprida. Mas, uma história em especial me tocou. Impossível esquecer o dia 2 de agosto de 2015. Produzir o show de um dos bambas da nossa música brasileira, meu ídolo, e de tantos, Zeca Pagodinho, por si só já era memorável.

Nem mesmo o frio típico da serra era capaz de impedir o clima alegre que tomou o Parque de Itaipava durante aquele dia: foram diversas ações realizadas antes do show, todo o público impactado positivamente pelas ações do Sesc e, principalmente, o calor humano das mais de 30 mil pessoas que se reuniram para assistir ao show. Não bastasse todo esse cenário, no meio da adrenalina que toma qualquer produtor de eventos naqueles minutos antes do show iniciar, logo ali na subida pro palco me deparei com o altar de São Jorge que a equipe do Zeca monta para ele em todo show, para abençoa-lo e abençoar todo o espetáculo. Naquele momento, eu, nascida no dia do Santo Guerreiro e devota, tive certeza de que estávamos todos os envolvidos vestidos e armados com as roupas e as armas de Jorge e que tudo daria certo no show, como de fato aconteceu e foi lindo.

A Cara do Festival por frequentar desde jovem como espectador, pegar filas por ingresso, enfrentar o frio para assistir aos espetáculos e ficar deslumbrado com o evento que fazia a cidade pulsar. Hoje, na condição de participante, já tive a oportunidade de entregar programações, como as Caminhadas Urbanas que realizamos por Nova Friburgo. Integrar o time da Unidade é se envolver em diversas ações e ajudar a fazer a engrenagem girar. Me orgulho em fazer parte e entregar muito mais do que um evento! Que venha 2022!

Esse ano, completei 25 anos de Sesc! Sou Analista Técnico de Turismo, mas quando o assunto é Festival de Inverno, “Somos todos Cultura”. Tenho vivência em alguns Festivais. Me lembro, no primeiro ano que recebemos o Festival de Inverno na cidade de Três Rios, eu atuava como programador visual da Unidade e fiquei responsável por finalizar as peças gráficas, meu primeiro outdoor foi para o Festival Sesc de Inverno, quanto orgulho eu sentia em passar pelo local.

Também já estive lotado na Unidade Sesc Quitandinha, e, por lá, a experiência é sentida na pele! No Quitandinha, minha função no Festival foi ser ponto focal para o traslado das vans que traziam e levavam o público para as atividades e atrações. Nessa época, já estava trabalhando com o turismo, e por isso realizei esta tarefa. Lembro-me ainda de fazermos uma força tarefa para colocar mais duas fileiras de cadeiras no teatro mecanizado, logo após o término do ensaio de Maria Rita, foi uma loucura! Faltavam poucas horas entre colocar a mobília, organizar, limpar e abrir ao público. Além destes relatos, a programação de excelência do Festival, nos alimenta a alma com inovação, beleza e arte e nos ensina a termos respeito e sensibilidade para com a cultura e com o próximo.

A Cara do Festival é entrar no Sesc faltando apenas uma semana para começar o Festival de Inverno, se integrar com a equipe, fazer um evento sensacional e ainda ganhar um prêmio de nível nacional com melhor projeto visual do Festival, da equipe de Comunicação!

Minha história de vida se mistura com a do Festival Sesc de Inverno. Assim que comecei a juventude, em busca de programações para fazer, minhas amigas e eu ficávamos ansiosos para chegar logo o mês de julho e poder curtir o Festival. Naquela época não entendia a dimensão que era aquilo, entre tantas possibilidades de eventos, logo o festival era o momento mais esperado. Em 2005/2006, muito antes de grupos de WhatsApp ou do auge das redes sociais, passávamos a semana de lançamento da programação ansiosos aguardando e, assim que era lançado, começava a troca de e-mails para definirmos quais dias poderíamos ir. Nosso trio definia o que era mais relevante ou imprescindível para o nosso gosto e, contrariando o que poderia ser esperado, as programações teatrais chamava até mais atenção do que as musicais. Entre a seleção do que fazer num dia e abrir mão de outra programação que pudesse acontecer no mesmo horário, íamos desenvolvendo nosso gosto cultural através da partilha com o outro, não era raro lermos a sinopse não entender muita coisa, mas o sentimento ser comum: “Se é do Sesc não pode ser ruim ou chato, deve ser bom, vamos! ” E, com essa máxima, não tinha como errar. Era aquelas duas semanas marcando ponto de encontro, esperando ônibus embaixo de sereno para poder ir embora, mas sempre felizes, aqueles momentos tinham um gosto especial de Vida. Sempre quando chegava o final das férias e do festival voltando para as nossas rotinas, aguardávamos com ansiedade a próxima edição.

Foi prazeroso crescer, desenvolver pensamento crítico, através do Festival. Assim, as edições foram passando ano a ano, o trio já assumia novas responsabilidades, nem sempre conseguíamos nos encontrar durante o ano, mas o Festival era certeza de pelo menos uma programação – isso era muito simbólico. Com o passar dos anos, outros amigos também foram acompanhando cada edição comigo, como acontece até hoje.

Entrei no Sesc em fevereiro/2014, na Unidade Nogueira, logo no mesmo ano tive a felicidade de receber a notícia que minha Unidade passaria a também integrar o projeto do Festival Sesc de Inverno, desta vez eu não seria apenas público, mas um dos operadores dessa egrégia mágica que cobre a cidade no inverno. Se me contasse essa história uns quinze anos atrás, jamais acreditaria que um dia sairia da plateia e passaria a colaborar na construção deste fenômeno cultural. Foi aí que entendi que a Cultura existia em mim através desse Festival e que desde então, minha paixão se tornaria minha profissão.

Estar no Festival é algo muito importante para mim! É uma viagem ao tempo e a minha história, como relembrar o adolescente do passado, entender quantos iguais a mim estão começando suas histórias com o Festival no presente e me comprometer pela qualidade e permanência para futuro com muitas outras histórias. Por isso, minha missão desde então tem sido procurar outros “Sidneis” no meio da plateia, meu compromisso é não permitir que uma edição seja menos importante ou menos descuidada que a outra. O festival me ensinou bastante de quem eu sou, meus gostos, meus sonhos, minha trajetória.

Acredito que todos os colaboradores da instituição são a cara do Festival, pois nos debruçamos e nos empenhamos de corpo e alma para que este Festival tão impactante saia perfeito para toda a população do estado do Rio de Janeiro. Quando atuei na Gerência Jurídica, analisava os contratos e fornecia todas as informações necessárias no âmbito jurídico para que as contratações fossem realizadas a contento. Na coordenação fiscal, avalio as prestações de serviço fornecendo as informações necessárias a fim de que as notas fiscais sejam preenchidas sem erros. E, por fim, sempre participo dos sorteios para usufruir dos shows e eventos que são ímpar e que, somente o Sesc com toda esta energia impactante pode realizar e proporcionar.

Estou no Sesc desde 2005, quando entrei como estagiária na recreação infantil e, desde então, nunca mais deixei de fazer parte desse grande evento cultural. Atuei desde o auxílio na programação visual até hoje, como analista na contração dos artistas. Sempre encarei como um grande desafio e, a cada ano, um novo aprendizado,  e por mais que esteja há tanto tempo eu me emociono a cada abertura,  a cada show… Eu vibro quando vejo um artista local realizando seu sonho de tocar em um palco profissional, sendo valorizado e reconhecido.

Costumo dizer que o Festival é o melhor  período do ano e, apesar de ser uma loucura, vivo cada segundo intensamente. Essa adrenalina que me motiva diariamente a querer fazer o melhor,  me doar mais e mais. São 17 anos fazendo parte disso tudo. É isso que faz esse grande projeto ser diferente: é viver, em 2 meses (pré-produção e realização), os altos e baixos da vida de uma produção! Enfim, eu amo viver cada segundo do Festival.